Bem-Vindos
Este blog faz parte do projeto de feira de ciências cujo o tema é: " A influência da eletrificação rural e a expansão dos meios de comunicação para o esquecimento dos contos populares ". A ideia de criar o blog surgiu quando a equipe obteve a conclusão que os meios de comunicação influenciaram para que os contos populares sumissem. Então tivemos a seguinte indagação " Se os meios de comunicação é um dos principais causadores para o sumiço dos contos, por que ele não poderia ser um beneficio?". E então com esta indagação resolvemos fazer este blog para postagens de contos e da cultura de Hidrolândia, para que as pessoas não esquecessem desta tão preciosa cultura.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Serpente do Araras


A SERPENTE DO ARARAS

(Antônio Severiano, 65 anos, Varjota –Ce)

           Meu pai foi quem me contou, e eu já vi também, quando o açude Araras começa a pegar água invade a pequena vila de Araras deixando ela toda debaixo d`água. Inclusive o cemitério. O povo corre para tirar todos os seus pertences de dentro de casa. No tempo que era tudo de taipa, muitas coisas foram levadas pela água ,muito rápido. Mas o cemitério não foi destruído não. Ainda dá para ver quando a água do açude baixa. Pois bem, uma mulher, que vivia, como os homens, da pesca, assim como o meu pai, morreu e foi enterrada naquele cemitério poucos dias antes de ele ficar debaixo d`água. Depois de algum tempo, começaram a desaparecer vários pescadores, homens que iam pescar e nunca mais apareciam.Todo mundo ficou morrendo de medo. Um grupo preparou seus barcos e saiu para tentar descobrir o que era aquilo. Meu pai conta que todos voltaram se tremendo de medo, pois disseram que viram uma enorme serpente que tinha o rosto da mulher pescadora que foi enterrada no cemitério. A mulher serpente atacava os barcos para comer os homens.

A Casa Assombrada

A Casa Assombrada
          Segundo algumas pessoas, está havendo algumas coisas bizarras em uma casa no interior da região de Hidrolândia (Riacho). Algumas pessoas dizem que esta casa tem um "espirito" dentro dela, que assombra as pessoas que moram lá.
          Segundo boatos, essas coisas que estão acontecendo é devido terem encontrado uma pagina do livro de magia de São Cipriano (livro de magia Negra).
          Ocorreram-se coisas esquisitas como: Os pratos da casa se quebrarem só, pessoas que se aproximam da casa serem expulças com pedras galhos de arvores e etc. Algumas providencias foram tomadas, mais nenhuma delas adiantaram. Foram chamados " resadeiras, padres e pastores " mais nada adiantou, a casa continuava a fazer suas coisas bizarras.
          Recentemente contrataram um trator para demolir a casa, a casa foi demolida mais quando o operador do trator foi tentar sair no trator o trator não ligou mais. Foram chamados mecânicos de todos os lugares ate mesmo de uma empresa de SP, mais o trator mesmo assim não funcionou.
         O que sara que esta acontecendo nesta CASA ?


"ASSUSTADOR"

O Amortalhado


AMORTALHADO
          O amortalhado é uma lenda bastante contada na nossa região. Algumas pessoas mais velhas dizem que esta lenda do amortelhado realmente tem algumas coisas que não é mentira.
          O amortalhado é uma pessoa que quando comete um pecado, e este pecado é muito grave ele tem que pagar poe eles.quem decide se o pecado é muito grave é o padre que são decididos pelo padre, então dependendo do que o padre julga, esta pessoa ira saindo andando com uma mortalha por sete semiterios e outros lugares de uma cidade.
          Segundo a lenda se a mortalha dele cair por cima de alguem, todos os pecados que esta pessoa tinha passarám a ser da pessoa que a mortalha cobriu. Esta é mais umas das lendas da nossa região.

Lenda do Lobisomem


LOBISOMEM
  

           A historia do lobisomem já é bastante conhecida pelos mais velhos da nossa região. Pois alguns dizem que o lobisomem é o sétimo filho homem de uma sucessão de filhos do mesmo sexo, que transforma-se neste bicho.
           Ha varias outras versões de como uma pessoa se transforma em lobisomem, tais como, se uma mãe tiver seis filhas mulheres e o sétimo for homem, este se transformará em lobisomem. se um filho não for batizado poderá se transformar em lobisomem quando tiver adulto.
          Os mais velhos dizem que a transformação desse bicho ocorre quando há uma noite de Lua cheia em uma encruzilhada. O monstro passa a atacar animais e pessoas para se alimentar de sangue. Volta a forma humana quando o sol nasce.

Caipora


CAÍPORA
No imaginário popular em diferentes regiões do País, a figura do Caipora está intimamente associada àvida da floresta. Ele é o guardião da vida animal. Apronta toda sorte de ciladas para o caçador, sobretudo aquele que abate animais além de suas necessidades. Afugenta as presas, espanca os cães farejadores, e desorienta o caçador simulando os ruídos dos animais da mata. Assobia, estala os galhos e assim dá falsas pistas fazendo com que ele se perca no meio do mato. Mas, de acordo com a crença popular. é sobretudo nas sextas-feiras, nos domingos e dias santos, quando não se deve sair para a caça, que a sua atividade se intensifica. Mas há um meio de driblá-lo. O Caipora aprecia o fumo. Assim, reza o costume que, antes de sair numa noite de quinta-feira para caçar no mato, deve-se deixar fumo de corda no tronco de uma árvore e dizer: "Toma, Caipora, deixa eu ir embora". A boa sorte de um caçador é atribuída também aos presentes que ele oferece. Assim, por sua vez, os homens encontram um meio de conseguir seduzir esse ente fantástico. Mas fracasso na empreitada é atribuído aos ardis da entidade. No sertão do Nordeste, também é comum dizer que alguém está com o Caipora quando atravessa uma fase de empreendimentos mal sucedidos, e de infelicidade.

 Referencias: http://www.vivabrazil.com/caipora.htm

Entrevista com: José Leandro Moreno de Lima



Perguntas:
1º Pergunta:
No seu tempo de adolescência (Criança) existia eletrificação havia eletrificação onde você morava?”
2º Pergunta:
Nesse tempo existiam Mitos, Historias populares, Visagens”?  
3º Pergunta:
‘’Com a chegada dessa eletrificação e dos meios de comunicação você acha que essas histórias diminuíram’’?
4º Pergunta:
Você acha que contemporaneamente essas histórias foram esquecidas”?
Respostas:
1º Resposta:
‘’ Não. ‘’
2º Resposta:
‘’ Sim. ’’
3 º Resposta:
‘’ Sim. Pois eu morava no interior, e quando eu passei a morar no Irajá eu não ouvia mais essas historias como ouvia no interior quando não tinha nada pra fazer. ’’
4 º Resposta:
‘’ Sim. ‘’


 

Entrevista com o Srº Francisco Alves Pereira

 
Perguntas:
1º Pergunta:
No seu tempo de adolescência (Criança) existia eletrificação havia eletrificação onde você morava?”
2º Pergunta:
Nesse tempo existiam Mitos, Historias populares, Visagens”? 
 3º Pergunta: 
‘’Com a chegada dessa eletrificação e dos meios de comunicação você acha que essas histórias diminuíram’’?
4º Pergunta:
Você acha que contemporaneamente essas histórias foram esquecidas”?

Respostas:
1º Resposta:
Não”.
2º Resposta:
Sim”. Destacando a entrevistada que se falavam muito dessas historia, que no seu tempo eram chamadas de historia de “Trancoso”. Segundo ela essas historias tinham uma finalidade, que era dar uma lição de moral nas crianças impondo medo nelas dizendo que se as crianças não obedecessem os pais haveriam “conseqüências”.
3º Resposta:
Sim. Antes elas eram contadas com mais freqüências”. “Destacando ela que após o estabelecimento da eletrificação existia uma “TV Publica”, que muitas vezes as pessoas deixavam de ouvir as historias para ficar assistindo a “TV Publica” até altas horas da noite”.
4º Resposta:
Sim. Pois como já disse a eletrificação e o surgimento dos meios de comunicação influenciou para que essas histórias fossem desaparecendo e assim sumindo de pouco aos poucos de nossa cultura popular.
 

Entrevista com a Srª Francisca Martins de Farias Peres


Perguntas:
1º Pergunta:
No seu tempo de adolescência (Criança) existia eletrificação havia eletrificação onde você morava?”
2º Pergunta:
Nesse tempo existiam Mitos, Historias populares, Visagens”?
3º Pergunta:
Qual ano surgiu os primeiros sinais da eletrificação rural”?
4º Pergunta:
‘’Com a chegada dessa eletrificação e dos meios de comunicação você acha que essas histórias diminuíram’’?
5º Pergunta:
Você acha que contemporaneamente essas histórias foram esquecidas”?

Respostas:
1º Resposta:
Não”.
2º Resposta:
Sim”. Destacando a entrevistada que se falavam muito dessas historia, que no seu tempo eram chamadas de historia de “Trancoso”. Segundo ela essas historias tinham uma finalidade, que era dar uma lição de moral nas crianças impondo medo nelas dizendo que se as crianças não obedecessem os pais haveriam “conseqüências”.
3º Resposta:
Segundo a entrevistada o estabelecimento da eletrificação onde ela morava surgiu por volta de 1978”.
4º Resposta:
Sim. Antes elas eram contadas com mais freqüências”. “Destacando ela que após o estabelecimento da eletrificação existia uma “TV Publica”, que muitas vezes as pessoas deixavam de ouvir as historias para ficar assistindo a “TV Publica” até altas horas da noite”.
5º Resposta:
Sim. Pois como já disse a eletrificação e o surgimento dos meios de comunicação influenciou para que essas histórias fossem desaparecendo e assim sumindo de pouco aos poucos de nossa cultura popular.

Projeto Da Equipe


SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO CEARÁ
6ª Coordenadoria Regional de Desenvolvimento da Educação –
6ª CREDE

E.E.E.P. FRANCISCA MAURA MARTINS












A Influência da Eletrificação Rural e a expansão dos meios de comunicação no “esquecimento” dos contos populares.















Hidrolândia

Novembro / 2011

 

1-INTRODUÇÃO
O objetivo do trabalho é analisar “causos” na sua maioria de Assombração retirando deles diversos ensinamentos transmitidos pela memória dos mais “Velhos”. O trabalho foi realizado a partir da análise de documentação oral apoiado em obras acerca da História Cultural. Esses “causos” resgatados pelas vozes de múltiplos e diferentes narradores estão inseridos na zona rural de Hidrolândia. Eles se passavam sempre nas pequenas propriedades rurais, de hábito simples, sem luxo, sem conforto ou regalias como as que temos hoje. A total escuridão noturna era rompida apenas pelo lampião ou alguma “aparição” repentina. À tardezinha, após o longo dia de trabalho, talvez o único meio de lazer fosse os passeios a cavalo nas casas dos vizinhos e amigos. Era nessa hora que todos se reuniam para contar como foram o dia, as novidades, discutir política, religião e principalmente contar “causos”.
Na medida em que a noite entrava, dava mais credibilidade a essas histórias, que na maioria vão contra a lógica racionalista. Todo o ambiente em que eram contados, bem como a crença na veracidade da história dava uma credibilidade a mais aos “causos”, e ao próprio narrador. A grande maioria dos “causos” de assombração acontecia à noite, período no qual eram guardados vários mistérios. Não havia luz, a não ser a luz do luar. Daí o medo, a insegurança, o medo do desconhecido, o medo do que poderá se encontrar na noite. Devido às constantes transformações que o campo vem sofrendo, como o êxodo rural, o processo de eletrificação rural, a introdução da televisão como meio de entretenimento, desmatamentos, mecanização do campo, acabaram mudando o ambiente da zona rural de Hidrolândia e contribuindo para a diminuição e, quem sabe, num futuro próximo o fim dessa prática de contar “causos”, transferindo essa tarefa às instituições formais de ensino. Os jovens de hoje, moradores da zona rural de Hidrolândia, têm outras ocupações nas suas horas de lazer, como a televisão que os prende a uma programação pré-estabelecida, carregada de influências muitas vezes prejudiciais à sua formação. Era comum educar os mais jovens através das narrativas orais, portando os “causos” podem ser vistos enquanto instrumento informal de educação, utilizados com a finalidade de ensinar, intimidar e disciplinar. Cada “causo” na realidade possui uma função educativa, pois os “Velhos contavam com a intenção de formar moralmente e eticamente os mais jovens”. Todos esses relatos e o hábito de contar “causos” infelizmente estão se perdendo. Contudo, os “causos” que levantamos possuem um sentido, uma explicação implícita em cada um, e todos eles apontam para um tipo de ensinamento. Cada um possui uma importância pedagógica, como forma moralizadora, de formação de caráter e disciplinadora. Mesmo porque essas manifestações aparecem em certas ocasiões, devido um comportamento impróprio, por exemplo. Essas histórias resgatadas através da memória dos “velhos” são na realidade um importante repasse de experiências educativas e que estão perdendo espaço enquanto instrumento formal, para a televisão, principalmente, e outros meios de entretenimento, deixando de lado toda a sabedoria que era passada de geração a geração através da memória dos “velhos”.

2 - OBJETIVOS

Objetivo Geral

O objetivo dessa pesquisa é principalmente mostrar para o publico a crença da população regional em alguns mitos populares, que antes eram muitos contados por nossos antepassados e em que contemporaneamente esses mitos vêm sumindo pelo simples fato da presença dos meios de comunicação fáceis e a eletrificação rural.
Devido ao fato da grande facilidade hoje dos meios de comunicações a população rural de Hidrolândia vem deixando suas raízes culturais morrer, pois as pessoas hoje têm muito mais a fazer que ouvir historias contadas pelos mais velhos.

Objetivos Específicos
Analisar “causos” na sua maioria de Assombração retirando deles diversos ensinamentos transmitidos pela memória dos mais “Velhos”.

3 - JUSTIFICATIVA
A pesquisa é importante para que o público-alvo da região de Hidrolândia entenda a redução dos contos populares, pois este assunto esta desaparecendo com o surgimento da eletrificação e dos meios de comunicação. Pois se atenção da população não ficar voltada para esse tema conseqüentemente irá sumindo aos poucos, e as nossas próximas gerações acabarão não conhecendo a cultura dos seus antepassados.
A equipe resolveu escolher esse assunto por que temos medo que a cultura da nossa região não seja repassada para nossos filhos e netos, porém com a eletrificação e o surgimento dos meios de comunicação as crianças não se preocupam mais em ouvir os mitos repassados pelos seus avos, pois irá sempre se ocupar com outras coisas.
Com essa pesquisa poderemos conscientizar as pessoas a não deixarem a nossa cultura acabar. E assim dando mais importância a sua cultura local e não deixar que esses mitos e historias sejam apagados de suas memórias.
5 – COMCLUSÕES E DISCURÇÕES

Com os estudos de pesquisas bibliográficas e entrevistas orais estabelecidos pela equipe foi possível concluir que a eletricidade e seus afluentes, proporcionaram para o desaparecimento de historias repassado pelos mais velhos da comunidade.
Antes do estabelecimento da eletricidade na região de Hidrolândia, as pessoas se reuniam com vizinhos, amigos, parentes para ouvir as historias de assombração. Era de costume no cotidiano dessas pessoas, pois não tinham outras coisas para ocupar seu tempo.
Com a chegada da eletricidade na região, as pessoas foram deixando de lado estes costumes, pois a haviam outras coisas para ocupar o seu tempo como a televisão entre outros.
E como a as pesquisas mostraram, os meios de comunicação influenciaram bastante para que os jovens não ocupassem seu tempo ouvindo historias dos mais velhos. E não só os jovens que ocupam seu tempo com os meios de comunicação, mas os mais velhos também ocupam seu tempo assistindo novelas e programas TV, deixando de repassar as historias culturais para a próxima geração.

6 - METODOLOGIA

Abordou-se nesse projeto de pesquisa um tema relacionado a historias culturais.
Usou-se nesse projeto de pesquisa um caderno de anotações, um gravador e um caderno de questionários e uma câmera digital.
Usou-se nesse projeto um tipo de pesquisa descritiva, utilizou-se nele um método de perguntas, descrições e observações.
Entrevistaram-se algumas pessoas da comunidade atrás de esclarecimentos de indagações estabelecidas pelo grupo.
Indagou-se. E com as indagações estabeleceu-se uma serie de perguntas para os entrevistados.
Analisaram-se vários artigos, monografias e matérias obtidas na internet.
Tiraram-se todas as conclusões necessárias para as conclusões do projeto de pesquisa.
6 - CRONOGRAMA

Na primeira semana do lançamento da proposta da feira de ciências da escola, foi escolhido o tema geral da pesquisa.
Na segunda, terceira, quarta e quinta semana foi feito o levantamento bibliográfico necessários para o projeto de pesquisa. Na segunda e terceira semana foi feita a elaboração do anteprojeto. Na quinta semana foi feito a apresentação do projeto para a coordenação geral da feira de ciências.
Coletaram-se os dados na terceira, quarta, quinta, sexta e sétima semana. Analizou-se os dados obtidos na quinta, sexta e sétima semana. Organizou-se o roteiro do projeto na sétima penúltima semana. Foi feito a redação do trabalho na sexta sétima e ultima semana.
Entregou-se a pesquisa na ultima semana.

8-BIBLIOGRAFIA

BAIRON, Sérgio; PETRY, Luís Carlos. Hipermídia, psicanálise e história da cultura: making of.
São Paulo, SP: Mackenzie/co-edição com EDUCS, 2000.
ARANTES, Antônio Augusto. O que é cultura popular. São Paulo: Brasiliense, 1987.
BOSI, Ecléa. Memória e sociedade: lembranças de velhos. 2 ed. São Paulo: Editora da
Universidade de São Paulo, 1987.
CANCLINI, Nestor Garcia. As Culturas Populares no Capitalismo. São Paulo: Brasiliense, 1986.
THOMPSON, Paul. A voz do Passado – História Oral. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.
SANTOS, José Luiz dos. O que é cultura. São Paulo: Brasiliense, 1985.

Entrevistas orais:
José Leandro Moreno de Lima, 09 de dezembro de 2011
Francisco Alves Pereira, 09 de dezembro de 2011
Sr ª Eunice Paulo de Farias, 09 de dezembro de 2011
Sr ª Francisca Martins de Farias, 26 de novembro de 2011


quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Entrevista com o Srª Eunice Paulo de Farias


Perguntas:
1º Pergunta:
No seu tempo de adolescência (Criança) existia eletrificação havia eletrificação onde você morava?”
2º Pergunta:
Nesse tempo existiam Mitos, Historias populares, Visagens”?
3º Pergunta:
‘’Com a chegada dessa eletrificação e dos meios de comunicação você acha que essas histórias diminuíram’’?
4º Pergunta:
Você acha que contemporaneamente essas histórias foram esquecidas”?

Respostas:
1º Resposta:
‘’ Não ‘’
2º Resposta:
‘’ Sim. Segundo a entrevistada havia muitas histórias de visagens, amortalhados, lobisomens entre outros. ’’
3º Resposta:
‘’ Sim. Pois as pessoas não se reúnem mais porque algumas reservam seu tempo para assistir TV ou ficar no computador. ’’
4º Resposta:
‘’ Mais ou menos. Por que hoje apenas os mais velhos repassam essas historias da antiguidade. ’’